Caro leitor...
Nessa carta consta uma
só opinião formada por milhares de opiniões que foram movidas por um
só motivo, o que hoje chamamos de “racismo”.
É verdade que faz anos
que o homem negro deixou de ser escravo?
Sim, isso é verdade.
Mas... Mas o preocupante é que o negro deixou de ser escravo, porém
não deixou de ser discriminado por todo o mundo. E mais preocupante
ainda é que isso vem ocorrendo cada vez com mais força, invadindo
todas as etnias interplanetárias.
Estou aqui escrevendo,
mas por trás desse papel passaram milhares de pensamentos, passaram
milhares de mãos calejadas e estropiadas, passarem milhares de
rostos tingidos de vermelho sanguinário, onde muitos com suas idéias
revolucionárias conseguiram revolucionar. Quer um exemplo? Quem se
lembra de Martin Luther King? O negro estadunidense, que lutou na
defesa dos direitos humanos, que lutou pelo negro. Quem se lembra de
Nelson Mandela? O grande ativista, lutador pelas liberdades, hoje
grande presidente da África do Sul? Claro que todos se lembram.
Eis que o negro
conseguiu seu valor, hoje ocupa cargos importantíssimos. Mas o lado
vulneravelmente ruim vai além das fronteiras e o racismo continua
sendo grande no mundo. Em qualquer lugar tem racismo, se alguém pula
o muro, dizem: “Olha neguinho pulando o muro”, “Se um negro está no
shopping de chinelo de dedo, logo pensam que é ladrão”. Qual é a
diferença do negro e do branco?!
Simplesmente não existe
diferença. As etnias ainda não são livres, existe raiva e magoa,
exclusão e falta de coração.
Em que mundo você está,
caro leitor? Onde estamos?
Onde estão as
autoridades?
E as atitudes, em quais
rostos se esconderam, por que os negros ainda são rejeitados?
Alguém responde a essas
perguntas? Alguém tem atitudes à altura?
Você pode ter. Você pode
ser. Basta que nós mesmos possamos parar por um tempo de ser esse
bicho enorme que somos, ser essa coisa horrível que somos e nos
tomar conta de que “racismo” é crime, é anti-ético, é epilético.
Lucas
Munhoz
.A
carga tributaria atribuída ao consumidor neste pais
é
um “roubo”, um escândalo, é o precedente do aumento, mais que
significativo, da desigualdade social no solo brasileiro.Trabalhamos
157 dias de cada ano somente para pagar impostos aos governos,
federal, estadual e municipal.
Vivemos para pagar impostos, tem
tributo embutido em tudo. Uma carga que é pesada demais! Se esta
realidade não fosse tão cruel, era mais possível qu
e
os pais pudessem investir mais qualidade da educação dos seus filhos
e, conseqüentemente, obter melhor qualidade de vida!
Esse “bolo” tributário teria que
ser mais doce e menos indigesto e não tão amargo. Só assim, de fato,
poderemos comemorar, tendo um ganho de acordo com as nossas
necessidades, que são muitas!